ORGULHO CARIRIENSE

                                 No início deste ano, o juazeirense  Francisco  Airton veio divulgar  o seu primeiro livro: Boi de Fulia.   Na sua terra natal, apresentou a sua obra em visita a mídia local e esteve com amigos e personalidades  influentes da maior cidade de nossa região  e alhures.  Agora, para lançar  em peça teatral a sua obra,  o mesmo é esperado nos próximos  dias em  nossa Região com grande ansiedade.

                Atualmente como secretário de cultura da cidade de Bayeux, na Paraíba,  comanda com maestria a cultura daquela cidade  que hoje agradece e reconhece nele um  grande incentivador  tanto da cultura erudita como da popular.  Para quem o conhece isso não representa surpresa, pois Airton  é  para a sua geração, um símbolo de resistência, de luta em favor da literatura, do jornalismo  imparcial e da música de alto nível. 

                               Com o seu Boi de Fulia, ele transcende e registra, para todas as gerações, uma de suas maiores riquezas: o conhecimento,  o valor imensurável que tem acerca da cultura popular. Certamente,  o Boi de Fulia já sedimenta uma carreira longa e vitoriosa do neo escritor. Afinal  de contas, não é todo literário que consegue,  de forma meteórica, lançar o seu primeiro livro e vê-lo  já como realidade apresentado em peça teatral  e  como projeto em filme.

                               As apresentações da  peça teatral devem acontecer nas principais cidade do Cariri ao longo desse primeiro semestre. Já com êxito na cidade paraibana, o escritor sonha em alçar voos ainda mais altos nos palcos da vida. Quem pode duvidar?  Em relação ao livro, está à venda na livraria Nobel, no Shopping Cariri, para todos os amantes da cultura literária de raiz.

Sinopse: A fantasia  de Maicon, filho de D. Anunciada, órfão de pai e neto do seu Antoniel, avô devotado e verdadeiro confidente dos sonhos do menino. A verdade sobre o Boi de Fulia, personagem fantástico, da mais profunda pureza, que viajava  no tempo e no espaço de um povo simples e crente das suas verdades mais absolutas. Em meio à seca e à descrença em dias melhores, um menino teima em acreditar no seu  sonho, vivendo entre a magia e a realidade. Um ser sagrado, entre dois mundos, acompanha a realidade de uma família devolvendo-lhe a esperança pelos olhos de uma criança.

                          

       
       
 

 

               

 

 

 

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 CENA DA PEÇA TEATRAL III                      AUTÓGRAFOS EM ESCOLAS